quarta-feira, 3 de junho de 2026

Poema à deriva


 

Poema à deriva

 

Sem  permissão da aurora,

a lua cheia pálida flutua

nesta fria manhã de junho.

 

Também minh’ alma flutua

à deriva de tempos que doem

buscando um milagre.


Drivanta poemo

Sen  permeso de l’ aŭroro

pala plenluno ŝvebas

en ĉi frida junia mateno.

 

Ankaŭ ŝvebas  l’ animo    

drive de doloraj tempoj  

serĉante miraklon.

 

Maria Nazaré Laroca

Juiz de Fora, 03/06/2026.


10 comentários:

  1. Kvankam la doloroj poeto ankoraŭ ludas sian magian liron.

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  2. Uma viagem no tempo através das memórias e de lembranças

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  3. Recordações e lembranças são uma viagem através da mente

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  4. Eu estava sentindo saudade de suas poesias, embora tenha um arsenal delas em seus livros para alimentar nossas almas! ❤️

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  5. As coisas palavras acima são de sua amiga Alice e não de uma autora anônima! 😊

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  6. Parabéns, Nazaré muito lindo o poema.

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. O tempo sempre ao nosso lado e quantas nuances ele nos mostra, não é amiga ?
    O nosso amigo tempo lhe permitiu nos presentear com mais , um lindo poema. Bons tempos para voĉe!!!

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  9. Ni chiuj sopiris denove legi viajn melodiajn poemojn, kara Poeto. Via korpo doloras, via animo bele najtingalas… (PSViana)

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