Poema à deriva
Sem permissão da aurora,
a lua cheia pálida flutua
nesta fria manhã de junho.
Também minh’ alma
flutua
à deriva de tempos
que doem
buscando um
milagre.
Drivanta poemo
Sen permeso de l’ aŭroro
pala plenluno ŝvebas
en ĉi frida junia mateno.
Ankaŭ ŝvebas l’ animo
drive de doloraj tempoj
serĉante miraklon.
Maria Nazaré Laroca
Juiz de Fora, 03/06/2026.
Miraklo tamen venos. Ĝi ĉar mi vidis.
ResponderExcluirKvankam la doloroj poeto ankoraŭ ludas sian magian liron.
ResponderExcluirUma viagem no tempo através das memórias e de lembranças
ResponderExcluirRecordações e lembranças são uma viagem através da mente
ResponderExcluirEu estava sentindo saudade de suas poesias, embora tenha um arsenal delas em seus livros para alimentar nossas almas! ❤️
ResponderExcluirAs coisas palavras acima são de sua amiga Alice e não de uma autora anônima! 😊
ResponderExcluirParabéns, Nazaré muito lindo o poema.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO tempo sempre ao nosso lado e quantas nuances ele nos mostra, não é amiga ?
ResponderExcluirO nosso amigo tempo lhe permitiu nos presentear com mais , um lindo poema. Bons tempos para voĉe!!!
Ni chiuj sopiris denove legi viajn melodiajn poemojn, kara Poeto. Via korpo doloras, via animo bele najtingalas… (PSViana)
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